Sucessão

O planejamento de sucessão reativo — decidido quando a vaga já ocorreu — tem uma taxa de fracasso superior a 40%. Nossas avaliações permitem identificar com antecedência quem tem o potencial para assumir funções críticas e quais lacunas de desenvolvimento precisam ser fechadas antes que a vaga ocorra. Organizações que combinam avaliações com critérios de desempenho relatam melhoria de 35 a 50% na taxa de sucesso dos sucessores nomeados.

Metodologia de Sucessão Executiva

ADEPT-15, assessment center virtual e feedback 360° medem capacidade cognitiva, agilidade de aprendizado e traços de personalidade executiva. A matriz de sucessão 9-box cruza resultados de avaliações com classificações de desempenho, identificando sucessores imediatos, em desenvolvimento e talentos de alto potencial inicial.

Planos de Desenvolvimento Individualizados

Cada sucessor potencial recebe um plano de desenvolvimento com atividades concretas, cronogramas e métricas de progresso, fechando lacunas de competência com 12 a 36 meses de antecedência à vaga. Recomenda-se identificar 2 a 3 sucessores potenciais por posição crítica com horizontes de disponibilidade diferenciados.

Perguntas Frequentes

Em que difere um plano de sucessão baseado em avaliações de um baseado em opiniões de gestores?

Os planos de sucessão baseados apenas na percepção dos gestores apresentam três fraquezas críticas: o viés de semelhança, a supervalorização do desempenho atual e a invisibilidade do talento sem exposição direta a quem decide. As avaliações psicométricas da Aon eliminam essas distorções medindo com critérios iguais para todos. Organizações que combinam avaliações com critérios de desempenho relatam melhoria de 35 a 50% na taxa de sucesso dos sucessores nomeados durante os primeiros 18 meses.

Quantos candidatos internos por posição crítica se recomenda incluir em um plano de sucessão?

A prática padrão da Aon é identificar entre 2 e 3 sucessores potenciais para cada posição crítica, classificados pelo horizonte de disponibilidade: pronto em 0 a 12 meses (sucessor imediato), pronto em 1 a 3 anos (sucessor em desenvolvimento) e pronto em 3 a 5 anos (talento de alto potencial inicial). Esse modelo de "pool profundo" garante que a organização não fique exposta a saídas imprevistas ou mudanças nas necessidades do negócio.

Como se constrói uma matriz de sucessão objetiva com as avaliações da Aon?

A matriz de sucessão da Aon é construída em quatro etapas: definir perfis de competência por posição crítica, avaliar candidatos internos com ADEPT-15 + assessment center virtual + 360° opcional, cruzar resultados com classificações de desempenho em um mapa 9-box, e gerar planos de desenvolvimento individualizados com atividades concretas e métricas de progresso.

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